Hoje, pela manhã, conhecemos a triste história do shtetl de Ticocyn, onde os judeus prosperaram por cerca de 500 anos (a sinagoga do Shtetl data de antes do descobrimento do Brasil!). Eles valorizavam o estudo e a alegria e construiram uma comunidade plena de judaísmo, cultura e vida.
Estivemos na sinagoga, colorida e alegre, onde textos das orações e dos salmos estão estampados pelas altíssimas paredes do lugar. Lá, encontramos vários outros grupos, dançamos, cantamos e e respiramos um pouca da atmosfera na qual os judeus da Polônia viveram durante gerações.
Os nazistas os fizeram subir em caminhões e, aqueles que não conseguiram lugar, foram forçados a correr atrás dos caminhões por 3km, até a floresta de Lupochowa.
Seguimos o caminho trilhado pelos judeus do vilarejo.
A trilha nos levou até três enormes valas, para onde os judeus foram levados, despidos, assassinados e atirados uns sobre os outros. Lá ouvimos as histórias de Rivka e Avraham, duas das poucas testemunhas que sobreviveram ao massacre.
Lá refletimos e recitamos um kadish. Nosso dia estava começando e ainda seguiríamos para Treblinka.
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