Sob fina chuva, chegamos a Treblinka, o segundo maior campo de extermínio, onde cerca de 870 mil pessoas perderam suas vidas. Percorremos o mesmo caminho daqueles que desciam dos trens para encontrar diretamente seu destino.


Aprendemos um pouco sobre os métodos nazistas, que usavam todos os meios para enganar, confundir e dar alguma esperança aos judeus, com objetivo de evitar qualquer reação e dando um toque ainda mais macabro a essa terrível indústria de morte: Os nazistas criaram um cenário de uma estação (com guichê, enfermaria, sala de estar de Primeira Classe e sala de estar de Segunda Classe, e painel de informações sobre diferentes partidas de trens) - tudo para confundir os judeus que lá chegavam.
Até mesmo um relógio falso foi pintado (pois não há estação sem relógio). Só que em Treblinka o tempo estava parado - a pintura marcava sempre 15:00!
Os nazistas foram eficientes também em encobrir as evidências e nada sobrou do campo original. O que visitamos hoje é um monumento construído sobre o que antes foi o campo. Lá, pedras serfvem como matsevot, simbolizando as comunidades que tiveram seus membros mortos lá. Uma única pessoa também foi homenageada com uma matsevá - o dr. Janusz Korczak, que deu a vida por suas crianças.
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